16 DE SETEMBRO DE 1906 - RIO DE JANEIRO: “CUADRILLA” DO CAVALEIRO JOSÉ BENTO DE ARAUJO NA PRAÇA DO CAMPO DE MARTE

 

Biblioteca nacional do Brasil

TAUROMACHIA

            O redondel do Campo de Marte estará amanhã completamente cheio com a estréa da grande cuadrilla do cavalleiro José Bento de Araujo.

In O SECULO, Rio de Janeiro - 15 de Setembro de 1906

1 DE AGOSTO DE 1880 - LISBOA: CARTEL DE LUXO PARA O BENEFÍCIO DO BANDARILHEIRO MANUEL BOTAS COM “GADO IRREGULAR”

 

Biblioteca nacional de Portugal

Tourada

            A de domingo não foi das melhores da epoca.

            O gado era irregular; poucos foram os touros que sairam bravos.

            José Bento (de Araujo) farpeou bem os touros que lhe couberam. Botas mostrou ser bom cavalleiro e ter arrojo; aos touros 5.º, a sós, e 10.º, com José Bento (de Araujo), metteu muitas farpas á meia volta e algumas á tira. Teve applausos e uma chamada.

            As honras da tarde pertenceram sem duvida alguma ao sr. Froes, o dono do gado, que é um amador muito distincto, e um cavalleiro de 1.ª ordem.

            O sr. Froes apresentou-se montado em um excellente cavallo, em selim raso, e provou possuir, a par da maior dextresa, uma serenidade e um sangue frio inexcediveis.

In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 3 de Agosto de 1880

15 DE AGOSTO DE 1879 - LISBOA: UMA TOURADA COM TUDO PARA AGRADAR...

 

Biblioteca nacional de Portugal

PRAÇA DO CAMPO DE SANT’ANNA. — Parece nos que a corrida certamen no dia 15 de agosto deve ser a melhor da epoca. Espera-se grande concorrencia e consta que suas magestades assistem á corrida.

            É uma completa novidade entre nós, a corrida certamen, na qual hão de apparecer os melhores touros dos nossos principaes lavradores.

            Um jury composto de amadores distinctos foi encarregado de conferir um premio ao lavrador que apresentar o touro mais bravo para cavallo e ao que apresentar o melhor para a lide a pé.

            Na corrida tomam perta os melhores artistas portuguezes, (Manoel) Mourisca, José Casimiro Monteiro, que se promptificaram a bandarilhar um touro a cavallo, José Bento de Araujo que farpeará os celebres touros Gaiollo de José Ignacio da Costa, o qual mattou dois cavallos ao cavalleiro Batalha, (Francisco Carlos Batalha) e o caraça (Caraçaque os intendidos consideram melhor que o afamado Pimpão.

O touro Gaiollo matou dois cavalos de Francisco Carlos Batalha...
FOTO: Serões - Biblioteca nacional de Portugal (Tratada por IA)

            Um dos touros apparecerá de haste limpa com as bolas que serviram nas antigas corridas da Quinta Velha. (Quinta Velha da Bemposta, sita na zona do actual Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa.)


In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 14 de Agosto de 1879

27 DE MAIO DE 1878 - LISBOA: BENEFÍCIO DO JOVEM CAVALEIRO JOSÉ BENTO DE ARAUJO NA PRAÇA DE TOUROS DO PRÍNCIPE REAL D. CARLOS, À JUNQUEIRA

 

Biblioteca nacional de Portugal

            É ámanhã, na praça de touros do Principe Real, á Junqueira, o beneficio do novel cavalleiro José Bento de Araujo.

O cavaleiro José Bento de Araujo.
Painel de azulejos no prédio que mandou construir na rua da Sociedade Farmacêutica, em Lisboa.
FOTO:  © LC com Rui Araujo

            Os touros  são do sr. Roquete. Entre elles vem o Ligeiro, e o Voador.

            O primeiro é magnifico para cavallo, e o segundo é o que saltou ao quarto banco, na segunda corrida da mesma praça.

            O mudo de Alcantara picará a cavallo o 8.º touro.

            Não faltará concorrencia.

In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 26 de Maio de 1878

NOTA:

            O cavaleiro José Bento de Araujo tem, então apenas 26 anos de idade.

O MUDO DE ALCÂNTARA

            “O mudo de Alcântara, outra figura que levou sumiço, era um latagão de torso poderoso, arcaboiço bovino, pernilongo, carão talhado como  uma carranca decorativa, dentes grandes e amarellos como um jogo de dominó de botequim, mandibulas de gorilha, pulso d’uma canna, manapulas avantajadas. Possuia a força athletica d’um gigante do biceps. Apontava uma boa verba de valentias no seu activo de luctador.

            Musculoso, apparatoso, bestial, fazia lembrar um heroe da Illiada, um grandalhão dos tempos barbaros.

            Acceitou varios desafios com gymnastas luctadores que estiveram aqui, no circo do Price e no antigo Colyseu dos Recreios. Quando entrava n’estes prelios em publico punha-se a gosto — pantalonas anchissimas e blouse de zuarte. Alojava os enormes pés de machacaz n’uns sapatões, que fariam o desespero do Dr. Garré — o inventor da scarpologia.

            Agora, inutilisado, arrasta os ultimos dias de vida no asylo dos Invalidos do Trabalho.” 

in “LISBOA D’OUTROS TEMPOS”, de João Pinto  Ribeiro de  Carvalho  (Tinop), Livraria  de  Antonio  Maria  Pereira , Lisboa, 1898.

12 DE OUTUBRO DE 1884 - LISBOA: FESTA DO BANDARILHEIRO ESPANHOL JOSÉ CORTÉS

 

O bandarilheiro José Cortez

            Prepara-se uma grande festa, para domingo, na praça do Campo de Sant’Anna.

            Trata-se do beneficio de José Cortez, um bello rapaz e um bom artista que a adversidade que a adversidade tem perseguido. (NOTA: O “diestro banderillero” e peão de brega José Cortés começou a tourear em Portugal alguns anos antes.)

José Cortés
FOTO: Beauchy Photos (Tratada por IA)

            José Cortez desde junho que se acha impossibilitado de trabalhar em consequencia de ter sido colhido por um touro que o deixou muito maltratado.

            Todos se reforçam para que a corrida de domingo não deixe nada a desejar. Trabalham todos os bandarilheiros, os distinctos cavalleiros amadores Alfredo Tinoco (da Silva) e D. Luiz do Rego e o eximio José Bento de Araujo.

            Os touros destinados ao terabalho de pé são todos puros. Os de cavallo são touros já conhecidos como muito bons tendo figurado em varios torneios tauromachicos.

            Com estes elementos deve realisar-se uma tourada de primeira ordem que deixará completamente satisfeitos todos os amadores.

            Na secção respectiva vae o annuncio para esta promettedora corrida.


In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 10 de Outubro de 1884

14 DE SETEMBRO DE 1906 - RIO DE JANEIRO: O CAVALEIRO JOSÉ BENTO DE ARAUJO CHEGA À CAPITAL DO BRASIL NOVE DIAS ANTES DA PRIMEIRA CORRIDA

 

Biblioteca nacional do Brasil

TAUROMACHIA

            O conhecido cavalleiro José Bento de Araujo, bem conhecido do publico carioca, chega hoje a esta capital e inaugurará domingo proximo, no redondel do campo de Marte, com o concurso do cavalleiro Simões Serra, que para tal fim acaba de ser contratado, a proxima temporada tauromachica.

O cavaleiro José Bento de Araujo na capital do Brasil.
IMAGEM: Imprensa brasileira (Tratada por IA)

In O SECULO, Rio de Janeiro - 14 de Setembro de 1906

NOTA

A estreia da "cuadrilla" só ocorrerá na tarde de 23 de Setembro de 1906.

20 DE MAIO DE 1883 - LISBOA: UMA CORRIDA COM BICHOS MAUS...

 

Praça do Campo de Sant'Anna, Lisboa
GRAVURA: Biblioteca nacional de Portugal (Tratada por IA)

Tauromachia

            Exceptuando dois ou tres touros não saiu bom o curro de domingo, pertencente ao lavrador o sr. Infante da Camara. (José) Casimiro Monteiro toureou bem os touros que lhe couberam; Antonio Monteiro e José Bento (de Araujo) desempenharam-se bem do seu trabalho. Robertos, Peixinho e Pepillo (NOTA: “Pepillo”, José Bayard y Cortés, 1858-1906)  muito applaudidos.

O cavaleiro Antonio Maria Monteiro
FOTO: Serões - Biblioteca nacional de Portugal (Tratada por IA)

            Os espectadores não sairam satisfeitos porque tinham direito a esperar mais do gado, que é de um dos lavradores de fama.

            Na quinta feira ha corrida nocturna, com luz electrica.

In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 22 de Maio de 1883

31 DE AGOSTO DE 1906 - RIO DE JANEIRO: A CHEGADA DOS TOUROS “PUROS E BRAVOS” PARA AS CORRIDAS DA "CUADRILLA" DO CAVALEIRO JOSÉ BENTO DE ARAUJO

 

Biblioteca nacional do Brasil

SPORT

TAUROMACHIA

            A bordo do Salinas, esperado amanhã, chegam a esta capital alguns touros puros e bravos, escolhidos pelo cavalleiro José Bento (de Araujo), na afamada ganaderia de d. Caetano de Bragança.


In O SECULO, Rio de Janeiro - 30 de Agosto de 1906

1 DE SETEMBRO DE 1884 - ALMADA: MAIS UMA CORRIDA COM O CAVALEIRO JOSÉ BENTO DE ARAUJO NA PRAÇA DE S. PAULO

 

Biblioteca nacional de Portugal

Tourada em Almada

            Se a corrida de touros que no dia de S. João se realisou na praça do Campo de S. Paulo, em Almada, agradou em geral a que se annuncia para a proxima segunda feira, chegada dos cyrios, não deve causar menor enthusiasmo.

            O curro pertence ao afamado lavrador o sr. commendador Jacintho Freire, e é o bastante para se poder dizer que deve ser um curro sem egual em braveza, a ajuizar pelos que aquelle lavrador tem apresentado, já n’aquella praça, já na do Campo de Sant’Anna, em beneficio do estimado cavalleiro Antonio Monteiro, curros que lhe tem valido, tanto n’uma como n’outra praça estrondosas ovações.

O cavalleiro da corrida é o insigne e sempre applaudido José Bento d’Araujo, que ainda  na ultima corrida realisada em beneficio do eximio artista Manuel Mourisca, soube pela sua muita pericia XXXX conseguiu conquistar XXXX calorosos applausos de todos os espectadores que concorreram áquella sympathica festa.

O cavaleiro José Bento de Araujo
FOTO: DR  - (Rui Araujo - Tratada por IA)

            Consta-nos que trabalham n’esta promettedora corrida os nossos mais festejados bandarilheiros.

            O actual emprezario o sr. Padrão, envida todos os esforços para que esta tourada deixe em tudo plenamente satisfeitos os amadores e o publico.

            É de esperar grande concorrencia.


In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 26 de Agosto de 1884

4 DE AGOSTO DE 1880 - LISBOA: PARTIDA DO CAVALEIRO JOSÉ BENTO DE ARAUJO PARA MADRID

 

Biblioteca nacional de Portugal

            Parte ámanhã para Madrid, onde está escripturado para tomar parte em duas corridas de touros o cavalleiro José Bento de Araujo.

            Este artista deve picar na praça de Madrid (Fuente del Berro) no dia 8, dois touros embolados e no dia 15, dois desembolados.

            Leva os seus 3 cavallos, farpas e bandarilhas.

            Esperamos que este artista fará ahi boa figura, por que tem coragem e sangue frio.

In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 3 de Agosto de 1880

14 DE SETEMBRO DE 1906 - RIO DE JANEIRO: CHEGADA DO CAVALEIRO JOSÉ BENTO DE ARAUJO

 

Biblioteca nacional do Brasil

TAUROMACHIA

            No vapor Bahia, esperado na proxima sexta-feira, deve chegar a esta capital o cavalleiro José Bento de Araujo, com a sua cuadrilla tauromachica, que estreará no proximo domingo, 16, no redondel do Campo de Marte.


O cavaleiro José Bento de Araujo na capital do Brasil.
IMAGEM: Imprensa brasileira DR (Tratada por IA)

In O SECULO, Rio de Janeiro - 12 de Setembro de 1906

NOTA:

O vapor Bahia era um navio de cabotagem da Empresa de Navegação Lloyd Brasileiro. Percorria os portos do Norte até ao Rio de Janeiro. O primeiro barco com este mesmo nome naufragou em 1887.

A estreia da "cuadrilla" só ocorreu na tarde de 23 de Setembro de 1906.

31 DE AGOSTO DE 1879 -LISBOA: PERIPÉCIAS TAURINAS NA PRAÇA DO CAMPO DE SANT’ANNA

 

Biblioteca nacional de Portugal

            PRAÇA DO CAMPO DE SANT’ANNA. — Realisa-se ámanhã o beneficio do conhecido bandarilheiro Manuel Botas, com uma corrida de 13 touros pertencentes ao sr. conde da Atalaya. Os cavalleiros são quatro: (Manoel) Mourisca, José Monteiro, (José) Bento de Araujo e João José de Almeida, de Setubal. Trabalham os melhores capinhas portuguezes; o beneficiado farpeará um touro a cavallo e o bandarilheiro Eduardo dos Santos dará um salto por todo o comprimento de um touro, sem auxilio de vara.

            Como se vê, a tourada deve ser fertil em episodios.


In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 30 de Agosto de 1879

22 DE JUNHO DE 1879 - LISBOA: UMA DAS MELHORES CORRIDAS DA TEMPORADA COM 4 CAVALEIROS...

 
Biblioteca nacional de Portugal

Revista tauromachica

            A corrida de domingo foi uma das melhores das que tem havido n’esta época. Era o beneficio do distincto cavalleiro Manoel Mourisca, e não só por esse facto, mas tambem pelos attractivos que se offereciam n’dsta tourada, não faltaram os amadores, rnchendo-se a praça como poucas vezes. Chegou mesmo a retirar muita gente por falta de logar.

            Os touros pertenciam ao sr. Motta Gaspar e eram irregulares: bravos, finos, outros velhacos e alguns cobardes.

            Além do cavalleiro beneficiado, que se apresentou trajando á Marialva, tomaram tambem parte na corrida José Monteiro, Antonio Monteiro e (José) Bento de Araujo.

            (Manoel) Mourisca farpeou com toda a arte 0 1.º touro, corpulento e de recarga. Enfeitou-o com 8 ferros á meia volta, muito bem, collocados todos. Pertenceu-lhe tambem o 7.º touro, leal, investindo bem; e pôz-lhe 3 farpas á meia volta, e uma a sesgo. Diligenciou enfeital-o com um par de bandarilhas, a pedido dos espectadores, mas não o conseguiu, porque o animal se negou. O cavalleiro foi muito applaudido.

O cavaleiro Manoel Mourisca
FOTO: Serões - Biblioteca nacional de Portugal (Tratada por IA)

            José Monteiro farpeou o 4.º touro, pondo lhe uma farpa á meia volta e 3 a sesgo.

Antonio Monteiro trabalhou muito regularmente no 8.º touro, de poucas posses, mas dando bem. Enfeitou-o com 4 farpas á meia volta e 2 da sesgo, bem collocadas.

            Coube a (José) Bento d’Araujo o 10.º touro, um animal de sentido, entrincheirando-se sempre, e que só podia ser farpeado com muita pericia e sangue frio. José Bento (de Araujo) mostrou o seu grande arrojo e verdadeira aptidão. O partido que soube tirar d’aquelle animal tão difficil para o toureio, affirma a sua habilidade. Era muito sabedor o touro, e além d’isso de grande pé e muitas posses, e no entanto o cavalleiro enfeitou-o com 3 ferros á meia volta, e 3 a sesgo muito bem postos, e mais um  tambem a sesgo n’uma sorte admiravelmente executada, e que tinha offerecido ao sr. visconde da Graça. José Bento (de Araujo) teve uma ovação, muito merecida, sendo chamado depois de recolhido o touro.

O 12.º touro pertenceu aos cavalleiros José e Antonio Monteiro e José Bento (de Araujo), sendo picado em selim raso. Era um animal corpulento, bem armado e de sentido.

            José Monteiro esperou-o á gaiola e foi colhido. O animal era de muito pé e tomou-lhe o terreno; era dever seu terminar a sorte de recurso, mas não o fez e o resultado foi apanhar o cavallo uma grande pancada, sendo o cavalleiro cuspido do selim. N’este touro não conseguiu José Monteiro metter ferro algum. Antonio Monteiro pôz 2 ferros á meia volta, e José Bento (de Araujo) 4 á meia volta e 3 a sesgo, em sortes arriscadas.

            Os bandarilheiros que tomaram parte na corrida foram Cadete, Roberto da Fonseca, Peixinhos, Canxinhas (Caixinhas!), Pontes, Sancho e Raphael.

            Roberto e Peixinho executaram alguns quarteios em touros difficeis, com muita arte.

            Pontes trabalhou muito e com facilidade, mostrando se no entanto pouco certeiro na collocação das bandarilhas. Mariou alguns touros dextreza, (destreza!) mas esse trabalho tantas vezes repetido é mareio de mais; deve varial-o com algumas sortes de capa e de muleta.

            O trabalho que executou no 8.º touro valeu-lhe comtudo uma ovação e as honras da tarde; mariou o animal a ponto de lhe cortar os cordeis da embelação deixando-o em hastes nuas, e dando lhe em seguida alguns passes.

            Sancho não passou os touros destinados a pegas como devia; deitava-os muito fóra, sacando a capa pelo alto; a desculpa porém d’esse defeito está em que precisava defender se, porque tem uma perna magnada, não dispondo de toda a sua agilidade.

            Em resumo: a corrida deixou satisfeitos os amadores; dos cavalleiros distinguiram-se (Manoel) Mourisca e José Bento (de Araujo); dos bandarilheiros, foi Pontes quem mais sobresaiu.

            Fizeram-se algumas pegas bem feitas.

            (Manoel) Mourisca foi muito applaudido no intervalloe brindado com ramos, charutos, e um retrato.

            No ultimo touro, que não  queria recolher-se ao curro, foi colhido um dos rapazes que saltaram á praça. Cumpre á policia evitar que se repitam d’esses factos, prendendo os infractores.

            A direcção da corrida foi regular.


In DIARIO ILLUSTRADO, Lisboa - 24 de Junho de 1879

24 DE JUNHO DE 1894 - LISBOA: TOUROS, DIRECÇÃO E FORCADOS MAUS... (CAVALEIROS E BANDARILHEIROS SALVAM A HONRA DA PRAÇA DO CAMPO PEQUENO)

 

Hemeroteca Digital - Biblioteca nacional de España

Lisboa.

            Los toros de Cuñha que se lidiaron el domingo último, carecieron de bravura y condiciones de lidia, y, por lo tanto, contribuyeron á que no pudieron practicarse con ellos suerte alguna con lucimiento, á pesar de los buenos deseos que demostraron los encargados de lidiarlos.

            Alfredo Tinoco (da Silva), José Bento d’Araujo y Fernando d’Oliveira mostraron buena voluntad, rejoneando á los toros que les estaban designados, distinguiéndose en esta operación (José) Bento (de Araujo).

O cavaleiro José Bento de Araujo.
FOTO: DR Rui Araujo (Tratada por IA)

            Quinito, que por primera vez toreaba en la plaza de Campo pequeno, luchó con dos inconvenientes para que su trabajo resultase lucido: la mansedumbre del ganado y el fuerte viento que reinó toda la tarde. Señaló bien la muerte en el segundo, y dió buenos recortes capote al brazo en el cuarto. Puso banderillas y toreó de muleta con bastante lucimiento. Su trabajo en conjunto agradó.

            De los banderilleros, se distinguieron Minuto, Cadete y Calabaça. Cdete puso un magnifico par á porta gayola.

            Los forcados, mal.

            Y la dirección á la altura de los toros y los forcados.


In EL TOREO, Madrid - 25 de Junho de 1894